Colesterol

Manter o controle do colesterol é essencial para sua saúde e para prevenir uma série de doenças, especialmente as que afetam o coração.

Mas o que é o colesterol? 

O aumento do colesterol representa um importante fator de risco cardiovascular. O depósito de colesterol na parede dos vasos é o processo chave para formação das placas de gordura.

Quando há um descontrole do colesterol, formam-se barreiras gordurosas nas paredes das artérias.

O acúmulo dessas placas pode bloquear o fluxo sanguíneo e causar sérios problemas ao coração e até a morte.

Tipos de colesterol

Existem 3 tipos de colesterol, também chamados de frações: HDL, LDL e VLDL.

Muito se fala no colesterol “bom” ou “ruim”. Todos são importantes para o organismo. O que ocorre é que essas frações têm funções diferentes e precisam estar em equilíbrio.

O LDL – ou lipoproteína de baixa densidade – e o VLDL – lipoproteína de densidade muito baixa – podem se acumular nas artérias, o que aumenta os riscos de doenças do coração. Já o HDL é responsável por eliminar o colesterol em excesso.

Fatores de risco

Entre os principais fatores de risco para o descontrole do colesterol estão:

– Histórico familiar;
– Fator idade;
– Tabagismo;
– Hipertensão arterial, mesmo que controlada;
– Diabetes;
– HDL em níveis abaixo de 35 mg por dl.

Prevenção

Identificar os fatores de risco é o primeiro passo para buscar atendimento cardiológico precoce, principalmente quando há histórico na família de níveis elevados de colesterol.

Essa condição se chama hipercolesterolemia familiar. É importante reconhecê-la pois está associada a doenças obstrutivas dos vasos do coração em pacientes jovens. O colesterol pode ser encontrado nos alimentos de origem animal, como carne, leite e ovos.

Por essas e outras razões, uma alimentação saudável e equilibrada é um dos principais meios de manter o controle do colesterol. A prática de atividades físicas é igualmente importante para eliminar a gordura em excesso do organismo e manter a saúde do coração.

Caso as medidas não sejam suficientes, pode ser necessária terapia medicamentosa e acompanhamento médico frequente.